domingo, 19 de abril de 2009

O que é para mim o Ensino à Distância?

A ideia inicial que possuo sobre Ensino à Distancia é que este é um processo de ensino- aprendizagem em que professor e alunos estão separados no tempo e no espaço, utilizando uma comunicação uni/bidireccional, mediado por tecnologias – particularmente a Internet. Como as tecnologias da comunicação virtual estão em constante evolução (redes de alta velocidade, videoconferência ), creio que a distância espácio-temporal é um aspecto que se tem diluído no EaD. Recordemos a esse propósito os encontros no SL que possibilitam uma comunicação on-line muito interactiva.
Penso também que o EaD é mais apropriado a adultos do que a crianças, adequado a um conceito de formação cada vez mais actual: a formação ao longo da vida profissional.
Como não tinha experiência anterior em relação a este tipo de aprendizagem, destaco algumas das suas potencialidades:
- a flexibilidade na gestão do espaço e do tempo;
- o e-estudante pode pesquisar os temas que mais lhe interessam, aventurando-se por áreas do conhecimento que estão em constante actualização, debatendo, participando em fóruns, blogs, num processo de aprendizagem independente, interactivo e autónomo;
- através dos recursos postos à disposição do aprendente, possibilita-se uma aprendizagem em que o aluno constrói e descobre através de um percurso colaborativo.

5 comentários:

  1. "Penso também que o EaD é mais apropriado a adultos do que a crianças, adequado a um conceito de formação cada vez mais actual: a formação ao longo da vida profissional." - Sem dúvidas, no entanto, julgo que as actuais gerações e as vindouras irão ser protagonistas da alterações desse princípio.

    E, de certa forma, nós já estamos a participar nessa evolução.

    Sinto isso, particularmente, na utilização que faço da Plataforma Moodle.

    Até.

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  2. Penso também que o EaD é mais apropriado a adultos do que a crianças, adequado a um conceito de formação cada vez mais actual: a formação ao longo da vida profissional. - Julgo que já fiz um comentário semelhante noutro dos blogs. :)

    Essa ideia de que o EaD é mais apropriado para adultos do que para crianças, começará a estar desactualizado. Particularmente se substituirmos as crianças por jovens. Estão estão famintos do contacto com esta forma de estar em aprendizagem.

    Teremos nós que trabalhar muito para isso. E julgo que lentamente, por enquanto, sem substituir a sala de aula pelo Moodle, por exemplo, mas não tenho dúvidas de que seja já uma excelente ferramenta complementar ao ensino presencial.

    Há tarefas que proponho aos miúdos na Plataforma que são apenas desenvolvidas naquele espaço.

    Aliás, a Gillian Kay está a desenvolver um trabalho que nos pode vir a ser muito útil.

    Vou estar mais atenta à Senhora. :)

    Até.

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  3. A EaD Tem sido implementada sobretudo para permitir a escolarização de pessoas que não podem fisicamente deslocar-se para uma escola - espaço físico - especifico. Tem sido uma alternativa quer para jovens - Telescola - quer para adultos -UA - em muitos paises.
    Na Austrália e no Canadá por exempçlo, que são paises muito grandes e de baixa densidade populacional, muitas crianças estudam a distancia. Em muitos casos não é uma opção alternativa. É a falta de alternativa.
    Parece-me que o importante é que os conteúdos e as actividades sejam adequadas , ao nível etário e capacidades de cada pessoa sejam eles acedidos em presença ou à distancia.

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  4. Olá Lurdes.
    O EaD tem sido uma alternativa para aceder à educação escolar. Para muitos jovens e adultos foi e é a alternativa possível em países como a Australia e o Canadá por exemplo, que são muito grandes e de baixa densidade populacional.
    E em Portugal a Telescola era EaD para crianças e jovens.
    Parece-me que desde que os conteudos e actividades propostas estejam adequadas ao nivel etário e capacidades de cada individuo o AeD é um caminho de acesso a uma educação escolar válido e adequado.

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  5. Olá Helena:
    O EaDé a única alternativa crianças e jovens de países cuja dimensão geográfica não possibilita outra opção e quando estes estão,espacialmente,impedidos de prosseguir os seus estudos de outra forma. Não é, claro está, a modalidade predominante. É óbvio que se não valorizássemos as e-activities e as perspectivas pedagógicas em que se enquadram, não estaríamos aqui a trocar impressões sobre o tema.

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